A Opus Dei

Achei que tinha conhecido a Opus Dei sem querer, mas na verdade, nada tinha sido obra do acaso… Em 1980 eu tinha 14 anos, estudava no colégio Positivo em Curitiba e cursava o primeiro ano colegial.

Um dia, o diretor do colégio me chamou para dizer que como o melhor aluno do primeiro ano colegial, eu fora escolhido para representar a escola numa olimpíada estudantil organizada pelo Centro Cultural Universitário Marumbi – ou apenas Centro – , onde participariam os melhores alunos dos colégios de Curitiba.

Feliz com a minha convocação e orgulhoso por representar o colégio, eu me preparei para essa competição, que consistia de provas de conhecimentos gerais em Ciências, História, Artes e também provas de Matemática. Zeca era o nosso contato no Centro. Ele era o organizador do evento, com apoio de com outras pessoas de lá.

As provas da olimpíada tiveram duração de um mês, mais ou menos. Tive até uma boa colocação, ficando entre os cinco primeiros colocados. Ao final do evento, já bastante familiarizado com o local e com as pessoas, Zeca convidou os participantes da olimpíada a assistir à uma palestra do Padre Correia.

Eu achei meio estranho o convite. Um padre? O que um padre tem a ver com aquele ambiente tão descontraído e legal como era o Centro? Foi a mesma opinião de Renato, Túlio e Fábio – meus novos amigos que participaram comigo na olimpíada.

Mas nenhum de nós se opôs a assistir a palestra do Pe Correia, numa quinta-feira às 17 horas. Como o Zeca já era nosso amigo, ficamos muito sem graça de dizer não a ele…

Zeca era formado pela Poli em engenharia civil, na época ele tinha 27 anos e trabalhava no DER em Curitiba. Ele era um rapaz magrinho de óculos. Logo percebi alguns pequenos sinais que ele vinha de um bom berço…

Lembro a delicadeza com que ele colocava a colher de café no pires após misturar o café com o açúcar. Todas as vezes, ele tomava o cuidado para que a última gota de café que ficava na ponta da colher escorresse na parede interna da xícara, desta maneira o pires ficava sem sinal de café derramado, além disso ele tocava piano clássico e era muito refinado à mesa.

Antes da palestra de quinta feira, Zeca nos explicou que o Centro era ligado a Opus Dei ou Obra, uma prelazia pessoal do Papa, – neste caso, não segue a hierarquia da Igreja de cardeais, arcebispos e padres, respondendo diretamente ao Papa – cujo objetivo era a santificação no trabalho idealizada pelo padre espanhol Monsenhor Escrivá de Balaguer, seu fundador. Ele nos esclareceu também que era sócio da Obra e celibatário .

Apesar de católico, há muito tempo eu não ia à uma igreja. A última confissão minha tinha sido aos 11 anos, quando fiz a minha primeira comunhão na Igreja Nossa Senhora Auxiliadora em Londrina, ainda nos anos 70. Com relação à religião, apesar da minha família ser católica, a minha mãe, sempre foi tico-tico no fubá, sempre saltando de religião em religião. Já, o seu Mário, meu pai, acompanhava meio que por inércia a dona Mariko em todas as suas aventuras religiosas, como um companheiro fiel.

A palestra do Pe Correia começou naquele dia exatamente no horário às 17 horas. Meia hora antes, a sala de estar principal do Centro foi transformada como num passe de mágica em um pequeno auditório com um palco modesto. Uma capela ao fundo surgiu ao abrir as duas portas conjugadas, que a separavam da sala de estar. Ao abri-las, vi pela primeira vez o Pe Correia – aparentava uns 55 anos, era baixinho, usava uma batina preta e usava óculos – , que já estava lá sentado à sua mesinha forrada com um feltro grosso verde escuro. Um terço, a Bíblia Sagrada, o livro O Caminho escrito por Monsenhor Escrivá e um copo d´água completavam a decoração da mesa.

Apesar de se esforçar bastante para suavizar o sotaque, notei que o Pe Correia era estrangeiro. Depois fiquei sabendo que era espanhol e viera ao Brasil aos 50 anos, para ajudar a Obra a crescer no Brasil.

Ele abriu a Bíblia numa página previamente marcada, leu uma passagem do livro sagrado e depois também no livro o Caminho e a seguir nos deu um sermão baseado nessas leituras, como os padres fazem na missa. Eu e meus novos amigos, todos adolescentes, tivemos muita dificuldade em nos concentrarmos no que o padre dizia, pois estávamos interessados no que viria depois da palestra…

Depois do evento, era o momento em que os membros da obra aproveitavam para conhecer melhor os novos participantes que haviam sido atraídos para a palestra do Pe Correia. Para tornar o ambiente bem descontraído, oposto à seriedade da palestra,  um sarau musical era improvisado, onde Zeca e um outro padre de batina tocavam piano e violão. Pela primeira vez, ouvi alguém cantando ao vivo as músicas do Beatles, até então eu só conhecia Yesterday orquestrado, que ouvia antes dos filmes no Cine Ouro Verde em Londrina.

Naturalmente a partir desse dia, comecei a frequentar o Centro quase diariamente. Nunca faltava às palestras do Pe Correia nas quintas, levando sempre algum amigo ao evento cumprindo a minha obrigação de fazer o apostolado. E nos finais de semana, sempre tínhamos alguma atividade legal para fazer organizado pelo Centro como montanhismo, pesca ou acampar no mato.    

Zeca, aos poucos, com muito tato, ia nos apresentando os preceitos da religião católica. Lembro que uma vez por semana tínhamos aulas de religião com ele e liamos a Bíblia ou o livro o Caminho, juntos.

Ele nos falava muito em pureza nas aulas e que era importante nos mantermos castos até o casamento. No caso dele, como sócio da Obra, ele havia optado por ser casto durante a vida. Nos falava da importância também em confessar e assistir à missa uma vez por semana. No caso dele, ele assistia à missa todo os dias.

A sua missão não era fácil porque nós com 14 e 15 anos, a gente só queria saber de SEXO! Com os hormônios saindo pela boca nessa idade, ficávamos de olho nas Playboys das bancas de revista e qual atriz que iria finalmente tirar a roupa na próxima edição da revista. Religião, definitivamente estava fora do nosso cardápio. Mesmo assim Zeca não desistia da gente…

Renato e Fábio ainda tentaram fazer um ” intercâmbio” com as meninas da Opus Dei feminino, cuja sede ficava não muito longe da nossa em Curitiba. Mas Zeca nunca levou o plano deles adiante…

Depois de um mês, meu pai me apanhou pegando a minha Caloi 10 para ir ao Centro às 5 horas da manhã. Ele sem entender nada me perguntou:

– Filho, onde você vai tão cedo?

– Pai, tô indo no Centro assistir à uma missa lá. Hoje vai ser em latim… respondi.

Ao chegar em casa, depois da aula, meu pai e minha mãe me deram a maior bronca, falando que eu já estava ficando fanático com esse negócio da Opus Dei. Mas me deixariam continuar a frequentar o Centro, mas eles ficariam de olho no meu comportamento daquele dia em diante…

Seguindo a orientação do Zeca, uma vez por semana eu tinha uma sessão com o Pe Correia para confessar os meu pecados.

Sempre era a mesma coisa…

– Rui, com relação à pureza, quantas foram essa semana? Ele perguntava.

– Vinte , padre… eu respondia

– Não tem problema, Deus vai te perdoar, vai lá na capela e reza como penitência dez Aves Marias e quinze Pais Nossos.

Na semana seguinte…

Quantas foram nesta semana, Rui?

– Vinte e cinco padre…

– VINTE E CINCO, RUI ? Puxa vida, tudo isso! Mas Deus vai te perdoar. Vai lá na capela e reza vinte AM e trinta PN como penitência…

Duas vezes por ano, fazíamos um retiro espiritual de dois dias que normalmente ocorria num final de semana em casas de campo dos membros da Obra. Ficávamos todo esse período incomunicáveis purificando a alma através de leituras e ouvindo palestras. Durante as refeições, ouvia-se apenas os sons de talheres e da musica clássica ao fundo. O única conversa permitida eram as sessões com o Pe Correia. Numa delas ele me falou:

– Rui, eu tenho percebido que a questão de pureza está difícil para você. Eu sei que você tem lutado, mas você só piora! Eu vejo você com um pé numa canoa e outro pé em outra. E as duas estão se afastando… Em algum momento você terá que optar pela Opus Dei ou pela vida mundana.

Na Opus Dei, temos os casados que também podem ser sócios da Obra, mas para isso já devem ser casados. Para um sócio solteiro, você infelizmente não tem vocação e nunca irá apitar – é o termo utilizado quando o sujeito é promovido a sócio da Opus Dei – . Mas você poderá continuar a frequentar o Centro e ajudar de outras maneiras e fazer com que a Obra cresça aqui em Curitiba.

Eu satisfeito com a sinceridade dele, apenas agradeci.

Numa tertúlia – como são chamadas as conversas informais após as refeições – ouvi do diretor do Centro que precisávamos aumentar as doações para custear a expansão da Obra em Curitiba e assim finalmente dar assistência aos mais necessitados. Para isso, ele perguntou se conhecíamos algum amigo rico para trazer à Opus Dei. Depois da tertúlia, chamei o Zeca num canto e disse a ele conhecer o Chico, cuja família era uma das mais ricas do Paraná.

Chico estudava inglês comigo na Cultura inglesa. Eu com frequência pegava carona com ele e o motorista particular dele na volta da escola. Fora este fato, não tinha nada em comum com ele. O papo do Chico era muito atravessado. Dentro da Veraneio cor bordô à gasolina, a gente sentava lado a lado no banco de trás e ficávamos calados por pura faltava de afinidade. Um dia perguntei a ele não sei porquê, como era a vida de milionário.

– Caro Rui, eu moro numa casa que tem o terreno de um quarteirão no Batel, onde ando de bicicleta com segurança, temos muitos empregados para me servir no que eu precisar e posso comer filé mignon todo dia se quiser…

Eu que tinha uma vida de classe média, pensei:

– Só isso… Pouco, né?  

O Zeca, ao saber que eu conhecia o Chico, ficou muito interessado em como atrair o meu amigo para a Obra. Inicialmente certificou se a família de Chico era católica e depois me perguntou quais as atividades ele tinha interesse. Eu lhe contei que além do inglês, ele estudava francês, adorava música clássica e esgrima.

Ele pensou um pouco e concluiu:

– Rui, nós vamos ensinar você tudo sobre música clássica e esgrima, assim você terá assuntos em comum com ele, o que facilitará você convidá-lo à Opus Dei, e depois naturalmente o pai dele virá até nós…

– Mas Zeca, eu não gosto nada disso. Você sabe que meu negócio é bossa nova, violão, tênis e natação. O papo do Chico é muito estranho, argumentei.

Ele disse firme:

– Pela Obra você vai fazer este esforço, Rui! E eu vou te preparar.

Então a partir daquele dia, eu tive sessões com Zeca ao piano e com os LPs do Centro para diferenciar em poucas notas as composições de Chopin, Debussy, Bach, Mozart, Brahms, Rachmaninoff e Beethoven.

E um outro amigo do Centro que praticara esgrima no passado, me apresentou o esporte, as armas, os equipamentos de proteção, os golpes, os top 10 etc…

Depois de dois meses eu estava preparadíssimo para cooptar o meu amigo!

Tive uma oportunidade de ouro, que todo atirador de elite sonha… O motorista do Chico naquele dia estava doente e o próprio Dr Francisco viria apanhá-lo na Cultura Inglesa.

Chico falou assim para mim:

– Rui, finalmente hoje você vai conhecer o meu pai! Ele virá excepcionalmente me buscar na Cultura Inglesa.

O Dr Francisco chegou dirigindo um Lincoln Continental verde importado enorme. Ao entrar no banco de trás. Ele me cumprimentou muito educadamente e perguntou o meu nome. Em seguida, perguntou ao Chico como ele estava indo nas suas aulas de inglês e francês, e por último quais atividades ele tinha ainda naquela semana.

Em seguida, ele muito atencioso, se dirigiu a mim perguntando se eu não importaria de ouvir música clássica que estava tocando no toca fitas do carro.

 – Dr Francisco, pode deixar com Chopin, é um dos compositores que eu mais gosto. Ainda mais o Chopin Nocturne Op.9 No 2 composição que eu adoro! respondi todo metido.

Ele surpreso com a minha resposta. Trocou a fita e colocou outro compositor clássico.

– Clair de Lune de Debussy, essa é uma das minhas composições preferidas também.

Não satisfeito, trocou a fita novamente.

– Rachmaninoff Rhapsody on a Theme of Paganini 18th Variation de 1934!

Ele admirado falou:

– Puxa que incrível, você entende de música clássica, hein!

Ele deve ter pensado também… como um japonesinho de classe média pode ser tão refinado assim!

Depois o assunto no carro virou para esgrima… Chico me perguntou:

– Rui e de esgrima você conhece?

– Chico, nunca pratiquei esgrima por falta de oportunidade, mas gosto bastante do esporte, respondi. Em seguida, complementei citando as modalidades de espada, florete e sabre. Falei mais sobre a pista , os golpes, as roupas, os equipamentos e citei os top 10 da época…

Chico e o pai ficaram admirados como eu conhecia do esporte, mesmo sem praticá-lo, porque a esgrima na época era um esporte bem seleto.

Ao final do trajeto, ao me deixar em casa, Dr Francisco sorrindo e muito satisfeito por me conhecer, me disse assim :

– Caro Rui, fico feliz pela sua amizade com meu filho. Percebo que vocês tem muita coisa em comum. Por que você não vai passear em casa um dia desses?

– Dr Francisco , obrigado pelo seu convite. Vou combinar com o Chico sim.

– Aproveitando … Gostaria de convidá-lo para conhecer a Opus Dei na próxima quinta à 17 horas para assistir à uma palestra do Pe Correia, disparei assim à queima roupa!

Em seguida lhe expliquei o que era a Obra e os seus objetivos. Ele naquele momento disse que não poderia confirmar presença porque a sua agenda ficara no seu escritório, mas caso pudesse, ele teria o maior prazer em comparecer ao evento naquela semana.

Não deu outra! Naquela quinta feira às 17 hs lá estavam o Dr Francisco e o Chico assistindo à palestra do Pe Correia.

Depois de alguns meses ele já era um doador da Obra!

Eu fiquei famoso na Opus Dei por ter trazido para a Obra, o Chico e sua família. Mesmo sendo apenas um “sócio frequentador”, melhorando assim o conceito dos meus amigos Renato, Fabio e Túlio, que como eu não tínhamos vocação para apitar.

Mesmo assim, nós não poderíamos frequentar as áreas reservadas da casa de muitos salas e quartos exclusivos aos que haviam apitado. A única exceção, era um café da manhã com eles em datas festivas.

Não tínhamos ideia o que ocorria na áreas reservadas, mas tínhamos muita curiosidade em saber… Lembro de ter levado lá o Guilherme que estudava comigo na escola. Em seis meses, surpreendentemente ele apitou, saiu de casa e passou a morar no Centro!

Numa tarde eu estava no Centro estudando, quando a mãe dele entrou lá com a polícia e resgatou o menino. Foi o maior escândalo ! Nunca mais o vi por lá…

Um outro amigo que levei na Obra, o Heverson foi diferente. Apitou e por lá ficou…

Tive conhecimento do outro lado da Opus Dei, quando já adulto comecei a ler os relatos dos jovens arrependidos que apitaram cedo nas suas vidas – e que depois deixaram a Obra – , deixando para trás as suas famílias e doando toda a sua renda à Obra em troca de comida e roupas apenas.

No site Opus Livre (https://www.opus-info.org/index.php?title=Category:Testemunhos), existem depoimentos de ex sócios da Obra que apitaram cedo e carregam traumas nas suas vidas e lamentam terem perdido a sua juventude nessa instituição.

Recentemente, depois que Dan Brown escreveu o livro Código da Vinci, fiquei conhecendo o cilício ( corrente com pontas de arame que se cravam na pele ), que os sócios da Obra usam duas horas por dia e as chicotadas no traseiro e nas costas com as quais se auto – mutilam, sacrifícios em nome da mortificação, que é uma penitência física assim como Jesus sofreu.

Meus filhos espantados, perguntaram para mim depois de assistir ao filme Código da Vinci com Tom Hanks

– Pai, você foi da Opus Dei ?

– Não, eu nunca tive vocação para o celibato… respondi.

Não sei dizer o quanto da obra de Dan Brown é verdadeira a respeito da Opus Dei. As organizações secretas, como a Opus Dei e Maçonaria são alvos de muita curiosidade e especulação pelas pessoas. No meu caso, a Obra foi importante na minha formação pessoal, contudo não posso concordar com os seus métodos de aliciamento que eu sofri e que também repliquei com Chico e outros amigos. Para mim, ficaram apenas as boas lembranças de um tempo que foi bom, mas passou e um grande amigo que ficou, que é o Zeca.

Depois de uns dois anos, eu já estava na universidade, quando Zeca sumiu e ninguém do Centro queira me dar informações do seu paradeiro. Num belo dia, ele aparece em casa com a Vicenza, sua noiva, trazendo o convite do seu casamento!

Eu muito surpreso, falei para ele assim:

– Ué Zeca, você não pode casar não!  Lembra que você apitou?

Ele apenas falou:

– É o amor Rui, lhe apresento a minha noiva Vicenza, que foi a minha secretária no DER.

Na última vez que estive com ele anos atrás em São Paulo, ele me contou que continua casado com a Vicenza e tem duas filhas já formadas. Conversamos bastante sobre aquele tempo de uma amizade improvável entre um jovem engenheiro de 27 anos e um adolescente de 14 anos. Embora eu estivesse curioso para confirmar o que Dan Brown escrevera no seu livro, eu o respeitei e não perguntei…

Mais informações sobre a Opus Dei:

https://opusdei.org/pt-br/

https://super.abril.com.br/historia/opus-dei-o-exercito-do-papa/

Rui Sergio Tsukuda – março/21

https://aposenteidessavida.com/

8 comentários em “A Opus Dei

  1. Rui do céu! Você tem história mesmo, hehehe.
    Não conheço nada da Opus Dei e nem assisti ao Código da Vinci, mas também não me simpatizo nem um pouco com esse aliciamento de pessoas tão jovens.
    Mas mais uma vez, uma ótima crônica a partir de uma experiência – que não podia imaginar – que você viveu.
    E claro, me arrancando gargalhadas em meio ao texto! hahahaha
    Parabéns e um abraço!!

    Curtido por 1 pessoa

  2. Amigo Rui! Impossível ler seus textos sem soltar boas risadas! Não foi sem propósito que a Obus Dei surgiu em sua vida,ela foi uma coletânea de bons ensinamentos e colecionadora de boas amizades o que já foi bastante válido o conhecimento dessa entidade religiosa.
    Rsrsrs para felicidade da minha amiga Virgínia, vc não se tornou um adepto.
    Hoje desfruta de um lar,de uma esposa cuja a formação moral e religiosa é digna de admiração e respeito e de dois maravilhosos filhos que preenchem de alegria a sua vida.abs

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