Dr Antônio e eu

Dr Antônio foi o meu primeiro patrão depois que eu me formei em engenharia química no ano de 1988. Doutor era o título que ele tinha, apesar de não ser médico nem ter feito doutorado. Entendi que quem possuía um patrimônio acima de 1 bilhão de dólares como ele, merecia ser chamado de doutor …

Um dia li que o Dr Luis dissera que a sede do grupo Votorantim na praça Ramos de Azevedo em São Paulo parecia um hospital , de tanto doutor que tinha . Era doutor pra cá e doutor pra lá… Dos filhos do Dr Antônio , ele era o qual tínhamos mais contato na fabrica alumina, lembro também de ter trabalhado com ele em alguns projetos de melhoria.

Mas para mim e para os outros 6 mil funcionários da CBA – usina de alumínio do grupo Votorantim – Dr Antônio era apenas o Tonhão ! Engraçado que este apelido era a cara dele. Ele era um homenzarrão de 1,90 m, nem magro , nem gordo, bem desengonçado e sempre vestindo ternos mal alinhados .

Claro que Tonhão era o apelido carinhoso que gentilmente o chamávamos pelas suas costas. Na sua frente, ele era o Dr Antônio. Na primeira vez que ele me cumprimentou, notei que sua mão tinha a pele bem fina e delicada , que não combinava com o seu porte. Quando a rádio peão noticiava que Tonhão havia chegado na usina, era um alvoroço só. Os corações dos chefes saiam pelas bocas e as secretárias , coitadas , ficavam em polvorosa .

Ele vinha de São Paulo a Alumínio, pequeno município que fica 70 km da capital , a bordo de um Santana VW . Ele mesmo dirigia o veículo, sem escolta ou guarda costas . Não sei se pelo menos o carro era blindado. Acho que não .

Lembro dele nos contar uma vez que fora assaltado em São Paulo perto da sede da empresa. O assaltante, aproveitou o vidro do carro aberto, apontou-lhe uma arma no seu nariz e levou dele um Rolex novinho que ele portava no pulso do braço esquerdo. Apesar de assustado com a situação, mantivera a calma. Acho que este bandido , caso soubesse da sua identidade, pensaria em aproveitar a oportunidade de no mínimo fazer um sequestro relâmpago e aumentar a sua féria do dia, ah ia !

Na mesma época, Tonhão descobriu um plano para sequestrá-lo no caminho para Alumínio . Ao saber disso, ele não teve dúvidas, foi até a delegacia de supetão onde os meliantes estavam presos, abordou o delegado e exigiu fazer uma acareação com eles. Uma vez na cela, deu um sermão a eles afirmando em bom tom : – Vocês nunca vão me pegar e nem ninguém da minha família ! Dr Antônio era assim , um sujeito raiz e sem papas na língua .

Eu tinha 8 meses de formado quando o eng Zé Netto, diretor industrial da usina , me contratou para trabalhar na CBA , a pedido do meu tio Osamu, que era um amigo de longa data dele, inclusive os dois haviam trabalhados juntos naquela usina. Naquele tempo, não havia a infinidade de etapas no processo seletivo que existe hoje. A cunha comia solta.

Em 1988 , ao me formar, o mercado de trabalho estava péssimo. Para não ficar à toa, meu pai gentilmente me contratou como frentista no posto de gasolina dele em Maringá .

O Caio, meu irmão mais velho, tomava conta da administração do negócio e era sócio do meu pai . Percebi que lá não haveria espaço para mim e que já estava passando da hora de iniciar o meu voo solo. O salário lá não era ruim não , para não cair o meu moral, meu querido pai me pagava 6,5 salários mínimos, que era o salário base de um engenheiro na época.

Fora isso, eu não tinha nenhuma regalia adicional e levava broncas dele , assim como todos os outros frentistas, seja por clientes mal atendidos ou por para-brisas de caminhões mal lavados. Deles , dos meus colegas frentistas, eu tinha o privilégio de atender as beldades que chegavam para abastecer seus carros. Puxar o saco do filho do patrão, desde aquele tempo era regra. Mas no mais, eu e eles tínhamos o mesmo horário e função a cumprir.

O tio Osamu, a quem sou muito grato, inconformado com a minha situação, numa tarde me telefonou no posto dizendo: – Rui , arrumei um trabalho como engenheiro para você na CBA . Vai lá agora para Alumínio. O Zé Netto, meu amigo, vai te contratar e pelo amor de Deus não vá levar bomba no exame médico ! Se passar nele você está dentro! Eu acho um desperdício você estudar tanto para ser frentista aí no posto do Mário.

Então, assim que coloquei o telefone no gancho, nos preparamos e partimos em direção a Alumínio. Apesar da distância de 600 km entre Maringá e Alumínio ninguém reclamou . A satisfação estava evidente no semblante de todos . Meu pai estava feliz pois ia reduzir o seu custo fixo do posto. Minha mãe, dona Mariko, estava realizada porque enfim o filho sonhador e que vivia no mundo da lua, ia ter finalmente a sua independência financeira e eu estava como um pinto no lixo, porque ser dono do próprio nariz não tem preço, né ?

Chegamos em Sorocaba já de madrugada, posamos num hotel do centro e pela manhã fomos para Alumínio, distante 30 km pela rodovia Raposo Tavares. Ao chegar na portaria da CBA, meus pais rapidamente se despediram de mim, desejaram boa sorte e partiram de volta a Maringá.

Eu confesso que ver o Del Rey prata 1.6 desaparecer na avenida Moraes do Rego foi desesperador, chorei como um cachorrinho novo. Aquela era a primeira vez que eu saia do meu aconchegante ninho. Não conhecia ninguém na região e estava literalmente de mala e cuia. Mas por outro lado, senti uma liberdade como nunca havia sentido até então. Estava feliz !

Na portaria da CBA , fui avisado que o médico já me aguardava para os exames médicos e depois eu seria recebido pelo eng Zé Netto, diretor industrial da usina. Após passar pelo ambulatório e fazer todos os exames , eng Zé Netto me recebeu com um caloroso abraço. Apesar de eu nunca tê-lo visto na vida, percebi que a empatia dele por mim foi imediata. Fiz a leitura que ele ao me ver , na verdade , ele via o meu tio que gostava muito . Apesar de odiar a afirmação preconceituosa que todo japonês é igual , ela me ajudou naquele dia .

Relembrou em detalhes a longa relação de amizade que tinha com meu tio Osamu e já de posse do meu exame aprovado pelo médico, disse: – Rui você está contratado ! Já decidi . Você é um engenheiro, não importa se é um recém formado ou não . Tem o diploma de engenheiro em boa universidade, e é sobrinho do Osamu , que além de meu amigo pessoal, é um excelente profissional .

Vá agora até a fábrica alumina e se apresente ao eng Eustáquio , agora seu chefe , ele lhe dará uma chefia de área a ser definida. Você será chefe de 80 pessoas mais ou menos. Pronto para o desafio?

-Claro engenheiro ! foi o que consegui responder , em seguida agradeci e deixei a sala.

Após ficar felicíssimo pelo meu desempenho na “entrevista” e pela vaga conquistada , a minha ficha caiu : – Ser chefe de 80 pessoas aos 23 anos ? Será que vou dar conta?

Depois de 8 meses trabalhando como chefe da sala branca da fabrica alumina, tive a minha primeira oportunidade de conhecer o Tonhão pessoalmente.

A sala de reunião da presidência já estava lotada . Uma mesa de madeira em jacarandá maciço tinha umas 20 poltronas em que já se sentavam os diretores e gerentes da usina.

Dr Antônio estava estrategicamente postado bem no meio dela. Assim que adentrei ao recinto, fui anunciado pela secretária e todos olharam para mim como se eu fosse um estranho no ninho .

A situação era constrangedora porque não havia poltrona disponível para mim . Fiquei sem ação e aguardei por uns instantes alguém reagir. Dr Antônio, tranquilamente olhou para o lado e fitando nos olhos do diretor sentado à sua direita, fez um sinal discreto com a cabeça. Um pouco constrangido, o escolhido, rapidamente entendeu que a mensagem quase subliminar era para ele se levantar e sair dali . Fingindo aos demais que ia ao banheiro fazer o numero um ou dois, saiu da sala e partiu em busca de uma poltrona para ele .

Dr Antônio, olhou para mim e falou calmamente: – Jovem, sente – se aqui do meu lado, estendendo o braço na poltrona vazia .

Eu estava com o coração disparado e minhas pernas tremiam igual a vara verde com aquela situação. Para nós funcionários da empresa, ele era o imperador Hiroito, aquele que não era humano e sim uma divindade, e respirar o mesmo ar que ele respirava era um sonho.

Obedeci e educadamente me sentei na poltrona indicada por ele e calado aguardei as próximas instruções. Até então, eu não tinha a mínima ideia do porquê de ter sido chamado para aquela reunião.

Logo em seguida, dirigiu o olhar para mim e falou : – Bom dia meu jovem . O Zé Netto me falou que você apesar de novo, tem feito um ótimo trabalho na fábrica alumina e é muito bom em cálculos de processo . Preciso decidir agora um investimento na fábrica alumina. Mas antes, quero confirmar a necessidade desse investimento que será da ordem de 2 milhões de dólares. Proponho fazermos estes cálculos agora aqui nessa mesa, calcularemos em separado e depois confrontaremos os resultados, tudo bem ?

Eu, com a maior confiança do mundo aceitei o desafio. ( Diferente da situação constrangedora que vivi recentemente relatada na minha crônica Meu Ouvido Zero Absoluto e Relativo, fazer cálculos de processo era a minha praia e depois de 6 anos de engenharia, tudo estava ainda muito fresco na minha memória )

E assim juntos começamos os cálculos, ambos absortos como se fosse uma corrida contra o tempo e com direito a platéia. Sim porque com Tonhão ocupado, os demais sentados à mesa, não tinham mais nada para fazer a não ser assistir ao nosso racha.

Depois de meia hora mais ou menos, terminei meus cálculos. Ele por sua vez, demorou um pouco mais . Com um olhar desafiador e sério me pediu para que eu passasse a ele o papel com o meu memorial de cálculos .

Obedeci, mas continuava tenso porque embora confiante, poderia ter errado algum número na digitação da calculadora HP. Mas felizmente, alguns minutos depois, ele abriu um sorriso de satisfação e anunciou: – Chegamos ao mesmo resultado ! Vamos fazer o investimento!

– Ufa ! Até hoje não tenho certeza se meus cálculos estavam corretos ou não, mas isso pouco me importava. Naquele meu primeiro baile de debutantes, chegar ao mesmo resultado do Tonhão era o meu objetivo. Fico devendo essa ao meu anjo da guarda!

Terminada a minha participação na reunião, pedi autorização a ele para me retirar da sala. Ele por sua vez, foi enfático dizendo : – Não , você vai ficar como ouvinte até o final da reunião aqui do meu lado .

Depois de 3 horas, a reunião finalmente terminou. Ele então, passou a palavra a cada um dos presentes para que externassem a opinião e emitissem comentários sobre o encontro que estava sendo finalizado . Ao chegar a minha vez, ele curioso, perguntou : – Jovem , hoje foi a primeira vez que trabalhamos juntos . Você tem algo a falar sobre isso ?

Eu que estava ainda super confiante de ter feito um bom papel no meu début e dono da situação arrisquei : – Dr Antônio, para mim estar aqui hoje foi uma realização pessoal imensa. Porque até então , só havia lhe visto pela TV . Gostaria de lhe pedir um favor se não for incômodo …

Ele ainda sério, talvez receoso de receber um pedido de aumento de salário assim à queima roupa, respondeu: – Pois não meu jovem!

Então prossegui : – Dr Antônio, como esta talvez seja a única oportunidade que eu terei para estar com o senhor, gostaria de lhe pedir o seu AUTÓGRAFO !

Nisso, notei que eng Zé Netto reagiu negativamente balançado a cabeça , deve ter logicamente pensado : – Esse sobrinho do Osamu é louco, meu Deus !

Mas para a surpresa de todos , Tonhão abriu um sorriso de satisfação e disse : – Pois não, jovem!

Antes porém de autografar a folha papel sulfite que estava à sua frente , perguntou : – Qual o nome do seu pai ?

Achei estranha aquela pergunta, não entendia o que meu pai teria a ver com o autógrafo dele, mas respondi: – Mário , é o nome dele senhor.

Com esta informação, ele se pôs a escrever . Depois de um minuto, me entregou o papel pedindo que eu o lesse em voz alta a todos .

No papel estava escrito : ” Sr Mário . O Rui , seu filho , trabalha comigo aqui na CBA em Alumínio e tem feito um ótimo trabalho. O senhor deveria sentir muito orgulho dele . Para terminar, sugiro que o senhor aumente a mesada do seu filho !

Atenciosamente

Antônio Ermírio de Moraes

A reação da platéia foi acompanhar o líder e gargalhar com ele . Depois da reunião, eng Zé Netto, me chamou num canto da sala dizendo : – Rui você teve muita , mas muita sorte, porque hoje o preço do alumínio no LME em Londres está bom, se estivesse baixo ele ia te jogar daqui de cima !

Já no elevador, relendo o autógrafo com dedicatória nas minhas mãos, falei baixinho : – Ué , mas quem tem que dar aumento de salário é ele, não meu pai , caramba!

Depois desse encontro, houveram muitos outros com o Hiroito brasileiro .

Poderia citar uma outra passagem… A área do classificador de areia estava suja por um transbordamento de soda ocorrido na noite anterior e ele passando por ela com seus filhos Dr Luis e Dr Carlos, extremamente irritado com toda aquela sujeira na área , pegou forte no meu braço e disse bem assim : – Jovem , você tem que andar mais na área e resolver os problemas, bom que aí você vai emagrecer e diminuir a celulite da sua bunda !

Tentei lhe justificar o ocorrido, mas ele não deixou eu fazê-lo. Depois frustrado, analisando a situação vivida, procurei entendê-lo como um leão que atordoa sua presa para que os filhos adolescentes terminem o abate. Dr Antonio estava ensinando aos seus filhos, que tinham idades próximas à minha, a caçar e serem duros como ele era ! Infelizmente eu fora escolhido como presa alvo naquele dia …

Fiquei tão chateado e desapontado com a grosseria e injustiça dele que ao voltar para a casa, fui ao meu armário onde guardo as minhas lembranças mais preciosas e rasguei em pedacinhos a dedicatória com autógrafo que eu guardava com tanto carinho até então…

Uma outra passagem, essa menos dolorosa, aconteceu num almoço na casa da diretoria da vila industrial .

Enquanto eu comia à sua frente, notei que Dr Antônio não tirava os olhos de mim. Sem cerimônia ele falou: – Jovem , como você come hein ? Estou notando que você foi se servir umas três vezes ! Comendo assim você não vai passar dos 50 anos !

Faça como eu filho, coma pouco e devagar. Muita verdura, pouca carne , massa e mais importante pouco sal !

Já super sem graça, perdi a fome instantaneamente, largando intocado o bolo de chocolate coberto com sorvete de creme da Kibon que estava no meu prato e começava a derreter. Ainda hoje, lamento não ter me servido da manga Haden que foi oferecida em seguida, ainda com casca e cuja polpa fora cuidadosamente riscada parcialmente pelo cozinheiro em cubos e depois virada ao avesso – o que dava uma apresentação única – que eu nunca tinha visto até então…

O nosso último e derradeiro encontro ocorreu num sábado. Ele sem avisar, chegou na usina ao final da tarde. Naquele dia , Virgínia e os meninos já estavam em casa se preparando para irmos juntos ao clube de tênis em Sorocaba após o meu expediente .

Quando a rádio peão, próximo das 17 hs, anunciou que Tonhão estava na área eu tremi . Pensei : – Xiiii ferrou , meu jogo de tênis hoje foi pro saco ! Não deu outra, em minutos, a secretaria me “achou “, se sentindo bastante aliviada de ter encontrado uma ” chefia ” ainda na fábrica para atendê-lo. Ninguém queria ficar com a batata quente nas mãos…

Fui ao seu encontro e andamos pela fábrica alumina, ele ficou como sempre, me cobrando explicações pelo baixo rendimento Bayer da fábrica, perda de soda etc…. Naquele dia, por duas vezes ele olhou pra mim e disse bem irritado : – Jovem , meu dinheiro não é capim, não é capim viu ! A cotação do metal no LME não devia ter sido boa naquela semana, com certeza.

Há uns 10 anos atrás, tive notícias de que o estado de saúde do Dr Antônio se agravara. O Alzheimer foi apagando aquele cérebro privilegiado aos poucos, inclusive ao vê-lo numa foto no enterro do Dr Carlos , que falecera precocemente em 2011, percebi que ele estava já bem debilitado numa cadeira de rodas . Inferi que o Alzheimer o anestesiou da dor imensa da perda do filho preferido, que era o seu primogênito, e fiquei feliz por isso. Em 2014, ele faleceu aos 86 anos.

Apesar de ter levado muitas broncas do Dr Antônio e mesmo ter sido demitido da empresa por ordem direta dele depois de 10 anos na CBA, eu não tenho nenhuma mágoa dele. Pelo contrário, eu agradeço a oportunidade e tenho a enorme satisfação de ter trabalhado com este grande brasileiro, que sempre acima de tudo, tinha muito orgulho de ser brasileiro !

Descanse em paz Tonhão !

  • Dedico essa crônica ao Paulinho, meu melhor amigo e irmão de coração, que trabalhou comigo na CBA e gentilmente sugeriu este tema . Obrigado Paulinho !

Rui Sergio Tsukuda – fevereiro/21

https://aposenteidessavida.com/

22 comentários em “Dr Antônio e eu

  1. Rui, foi um prazer e satisfação trabalhar com Você, mas uma passagem inesquecível foi quando testava a viabilidade econômica da bauxita de Cataguases não daria certo. Ele desdenhou do time. Lá fomos buscar o dito ao contrário. É uma bauxita boa. Com a insistência e trabalhos de testes laboratoriais mostramos que podia apostar nessa nova reserva. Daí Você sabe tudo, não preciso alongar. Sucesso como blogueiro.
    Abraços

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    1. Olá Eustáquio. Obrigado . Você foi importante na minha carreira de engenheiro porque acreditou em mim, lhe sou grato por isso, Lembro desse caso da bauxita sim . Lhe convido para se inscrever no blog e compartilhar aos seus contatos. Assim que fizer sua inscrição , chegará na sua caixa postal um email para confirmar e pronto ! obrigado e grande abraço

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  2. Nossa, Rui, que história! Realmente, só de ouvir esse nome, Antônio Ermírio de Moraes, já sei que se trata de alguém importante. Muito legal que tenha convivido com ele, que claro, como todo dono de empresa gigante, devia ter suas manias e não ser fácil de lidar. Por favor, continue escrevendo essas histórias da sua vida pois são muito ricas. Os detalhes que você coloca são sensacionais, por vezes eu racho de rir aqui! hahaha.. parabéns, sou seu fã! Abração!!

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  3. Parabéns Rui. Realmente vc já é um escritor e dos bons, parabéns!
    Suas histórias não deixam nada a desejar de grandes escritores. Continue neste caminho. Abração.

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    1. Oi Arthur , menos meu amigo , menos … Mas confesso a você que me deixou nas nuvens , estou levitando. me sentindo o máximo ! Obrigado de coração pelo incentivo e continue lendo meus textos . E compartilhe o blog aos seus amigos .grande abraço

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    1. Oi Sávio , obrigado pelo comentário. Peço se inscrever no blog e compartilhar aos seus contatos . Assim que digitar o seu email e confirmar, você receberá um email da WordPress na sua caixa de entrada para clicar e efetivar a confirmação . Abraço Rui

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    2. Oi Sávio , complementando … Tanto eu, como você , Rômulo, e Jair temos ainda traços da cultura dos Ermírio de Moraes porque começamos a carreira de engenheiro lá ! abraço Rui

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    1. Oi Felipe , vindo de você que é um leitor voraz e que também como eu se aventura a escrever , aceito de bom grado os elogios. Se inscreva no blog e receba as novas crônicas . abraço

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  4. Rui, que história incrível! E muito bem redigida, com já foi comentado. Poucos têm a coragem de contar os erros cometidos, e as lições aprendidas com chefes autoritários e rígidos. Por isso você venceu, no duro mercado de trabalho, e na vida. É um privilégio poder fazer parte dessa fase de sua vida! Parabéns!

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