Meu ouvido zero absoluto e relativo

Como lhes contei no meu texto de apresentação ao blog, nasci em dezembro de 64. Me considero uma mistura de  baby boomer com geração X, porque  fui parido bem na transição entre as duas gerações.

Me dei conta que eu existia neste planeta aos 7 anos mais ou menos. Foi nesse tempo, que eu comecei a me apaixonar pela música. Assim como um curió macho pardinho que é muito influenciado pelo o que ouve enquanto pardo, fato que define a qualidade do seu canto quando adulto , eu fui influenciado pelo  que ouvi em casa.  (O curió é um pássaro canoro brasileiro que tem o nome científico de  Oryzoborus angolensis, os  machos e fêmeas nascem pardos, depois de um ano, os machos ficam pretos com o peito cor de vinho, já as fêmeas permanecem pardas por toda a vida).

Meu pai, seu Mário, sempre ouvia Sarita Montiel,  Trio los Panchos e Paul Mauriat.  Já minha mãe, a dona Mariko, ouvia as canções  japonesas tipo Enka e Mercedes Sosa, lembro dela cantarolando essas canções enquanto fazia os afazeres de casa… 

Pelo rádio e TV,  tive contato com a MPB desde cedo e me identifiquei com a  Bossa Nova, uma mistura refinada de jazz e samba e  Clube da Esquina que tem uma musicalidade ímpar.  Milton Nascimento, Lô Borges, Toninho Horta,  Tom Jobim, Joyce, Nara Leão,  Danilo Caymmi, João Gilberto,  Toquinho & Vinícius de Moraes, Caetano Veloso, Chico Buarque e Marcos Valle e tantos outros foram influências que recebi que definiram o meu gosto musical. 

Sobre a Bossa Nova , fica aqui o meu convite para conferirem  a crônica ” A Bossa Nova mudou sua época e até hoje nos diz: é especial ser brasileiro ” no blog  Meu Patrão ( https://meupatrao.blog/ ),  do meu padrinho e amigo Fábio Blanco.

Aos 12 anos, ganhei o meu primeiro violão, um Gianini Trovador para iniciantes. Minha mãe ao comprá-lo deve ter pensado: – É bonitinho, para decoração da sala deve servir, porque essa deve ser mais uma que o Rui está inventando e logo vai passar …

Ele é fogo de palha mesmo ! 

Durante anos eu ouvi dos meus pais esta expressão “ Você é fogo de palha “ e odiava. O Stephan Kanitz traduziria este termo para um sujeito cheio de iniciativa e péssimo em acabativa. Mas para a surpresa deles, o fogo de palha está queimando há mais de 40 anos e se Deus quiser vai queimar por muito tempo ainda.

Uma vez com o violão na mão, minha mãe, ainda sem muita convicção, me matriculou num conservatório musical perto de casa em Maringá. Um professor negro, alto, e muito magro de meia idade, cujo nome esqueci, foi  o meu primeiro mestre.

Depois das primeiras aulas, notei que o mestre não via muito entusiasmo neste discípulo aqui. Apesar do meu afinco e dedicação em aprender. Mesmo possuindo uma coordenação motora regular, ele logo percebeu que o meu ouvido não ajudaria. 

 Ele deve ter pensado: – É, o japonesinho gordinho até que é bem intencionado e esforçado.  Mas coitado, é ruim de ouvido.

Sabiam que apesar de ouvir bem, você pode não ter um bom ouvido para a música?  Os que tem um bom ouvido ou ouvido relativo para a música, grupo que abrange a maioria dos músicos,  conseguem naturalmente e com treino distinguir, identificar e reconhecer as notas musicais, atributos que ajudam muito ao tocar um violão, piano ou qualquer outro instrumento. Mas existem ainda aqueles privilegiados, que tem o ouvido absoluto. Estes sim selecionados a dedo por Deus tem uma habilidade muito especial para além de  distinguir e reconhecer as notas musicais. Eles conseguem instintivamente identificar as alturas e frequências  musicais e depois reproduzí-las sem dificuldade num instrumento.

O Tuca, meu amigo de adolescência, é um desses eleitos por Ele. Tenho uma passagem muito legal para registrar aqui:

Era o ano de 1982, estávamos em Curitiba num busão a caminho da UFPR quando na rádio do lotação começou a tocar a  canção Love of My Life do grupo Queen. Paramos a nossa conversa imediatamente e com atenção redobrada ouvimos extasiados esta canção que ouvíamos pela primeira vez, que é belíssima, um verdadeiro hino ao amor. Quando Brian May então,  no meio da canção, fez aquele solo antológico no violão acústico, ficamos os dois com os pelinhos dos braços literalmente arrepiados !

Tuca, depois de ouvir a canção, ficou calado e do nada me propôs pararmos no próximo ponto e de lá apanharmos um táxi, passarmos no apartamento dele para ele tirar de ouvido esta canção no violão. Percebi que era uma irresponsabilidade minha cabular a aula por esse motivo, mas o acompanhei.

Ademais, o primeiro ano  no curso de engenharia química estava sendo  meu ano de rebeldia. Estava cansado de ser um aluno exemplar e certinho desde o jardim de infância , sempre no top 5  de notas da classe . Tinha 17 anos na época, fazia um curso difícil, chato pra caramba e para completar, as aulas naquela manhã eram de Física A  que eu odiava, então matar aula  naquele dia não deixaria nenhum remorso.

Ao chegar no seu apartamento, Tuca pegou o violão, se concentrou um pouco e já em transe, começou como um médium a reproduzir nele a canção que acabávamos de ouvir. Como era a primeira vez que eu presenciava um fenômeno como esse, fiquei muito impressionado e nem piscava os olhos. Em meia hora mais ou menos estava tudo acabado. Então ele tocou pra mim a canção inteira, inclusive o solo do Brian May completo!

Naquele momento, desconhecíamos ainda a letra da canção porque o vigu, que eram as revistinhas impressas em papel jornal com as letras e acordes para violão e guitarra demoraria a chegar nas bancas. Se fosse hoje, seria somente acessar on line um site de música como Cifras.com que estaria tudo lá, letra, acordes e os solos.

O ouvido absoluto é um dom nato. Por mais que o sujeito possuidor de um ouvido relativo estude e se esforce bastante, ele nunca conseguirá fazer por exemplo o que o Tuca fez com a canção Love of My Life. Jimmy Hendrix, Beethoven, João Gilberto  e Mozart são exemplos de possuidores de ouvidos absolutos. 

Infelizmente eu pertenço ao  grupo da base da pirâmide, o da vala comum,  que é inferior ao ouvido relativo, sou um cego musical. Por este motivo,  me autodenominei que tenho um ouvido zero absoluto e relativo!

Ficou claro para mim que definitivamente  o meu ouvido não seria o  meu aliado na minha paixão pela música. Mas por outro lado, eu contava com a minha memória quase fotográfica e a dedicação oriental para compensar essa deficiência. Não seria o “ detalhe” do ouvido que iria me fazer desistir da minha paixão por ela.

Depois de muito tempo estudando e  me dedicando,  em alguns anos,   eu já tocava  violão razoavelmente bem. Só não vale alguém me pedir para afinar um violão de ouvido ou mesmo com um diapasão que não vai rolar.

Como precaução,  levo no bolso o meu afinador eletrônico aos saraus. Basta dedilhar as cordas do violão separadamente cada uma, ajustar as tarraxas correspondentes que o afinador faz todo o trabalho. Quando chega na afinação da nota, um sinal sonoro é disparado, simples né? Antes de ter essa ferramenta maravilhosa era um sofrimento para mim …

Muitas vezes, liguei para o Binho,  meu irmão caçula, para ele fazer a vez do afinador eletrônico ao telefone. Ele toca de ouvido dois instrumentos, violão e piano. Apesar de termos a mesma genética, ele teve mais sorte que eu neste quesito. Engraçado que os curiós são a mesma coisa.  Muitas vezes, irmãos da mesma ninhada, um é cabeça mole e o outro é cabeça dura …  Nem precisa explicar né?  

Eu acho que na vida alguns nascem com a sina de ter que remar contra a maré mais do que outros para alcançar seus objetivos . Eu, até com orgulho,  me incluo nessa categoria onde nunca tem almoço grátis. Quando eu nasci veio um anjo safado, o chato do  querubim e decretou que eu  estava predestinado a ser todo ruim . Salve Chico Buarque de Holanda !

Aos que como eu,  não são como Romário, aquele que nasceu com o bumbum virado pra lua, a seguir algumas dicas gratuitas: O primeiro passo é reconhecer as suas limitações e fraquezas. Mas importante também é considerar as suas forças , estabelecer um objetivo claro e factível, perceber as oportunidades, as ameaças  e finalmente partir para a luta.  A análise de SWOT muito utilizada no mundo corporativo cai muito bem também nos desafios pessoais. 

Para fechar o texto, segue um causo tragicômico que aconteceu comigo há uns anos atrás que ilustra bem este assunto.

Fui convidado por um amigo do clube de tênis para um sarau musical  aqui em BH,  que seria realizado num sábado à tarde. Sem pestanejar concordei, sempre gostei de rodas de violão com meus amigos, onde o violão vai passando de mão em mão.

Mas percebi alguns sinais de que este sarau teria um formato diferente. O anfitrião e organizador do evento me pediu com antecedência o nome da canção que eu iria tocar. Achei estranho porque normalmente as canções numa roda de violão vão saindo aleatoriamente e naturalmente, sem programação. Mesmo assim,  selecionei uma canção do Cartola chamada O Mundo é Um Moinho, que eu gosto bastante e já estava bem treinada.

Ao chegar no endereço do evento, fui surpreendido pela tamanho da casa do anfitrião, uma mansão na Lagoa da Pampulha aqui em BH que devia ter no mínimo uns 1000 m2 de área construída. Este fato, somado aos muitos carros já estacionados nas imediações da residência,  já foram suficientes para me intimidar um pouco.

Respirei fundo e tirei o meu violão do carro, um Di Giorgio Amazonia 30 de 1975 de estimação, que não é de madeira maciça como um de luthier, mas tem boa musicalidade, apesar da madeira compensada da caixa do violão. Lembro que na época, usava para a proteção do instrumento, uma capa em napa preta bem mirradinha.

Assim que entramos na casa, fomos saudados pelo anfitrião. Ao chegar na sala de audição, onde seria realizado o evento, entrei em choque. A sala  sem brincadeira tinha o tamanho do meu apartamento que é de quatro quartos. Umas cem pessoas já sentadas, aguardavam ansiosas o início do espetáculo. O palco adaptado para o evento estava postado em local estratégico bem em frente às cadeiras.

Os meus “colegas”, estes sim músicos de verdade, que iam se apresentar comigo no evento, chegavam com seus instrumentos profissionais caríssimos em cases rígidos e logo começavam a sua afinação. Lá fora, à beira da piscina, a equipe do buffet contratado já estava num corre-corre danado se preparando para o jantar que seria servido logo após o sarau e  garçons bem vestidos já serviam água, vinho tinto, petit fours salés e até caviar como entrada aos comensais espectadores.

Fiquei estático por alguns minutos, sem piscar os olhos e com cara de paisagem, presenciando toda aquela movimentação à minha frente. Meu fiel anjo da guarda não parava de me dizer ao ouvido: – FOGE DAQUI JAPONÊS, É B.O NA CERTA!

Sério, o meu desespero com a degola iminente era tão grande, que eu daria o Poveda Jr, o meu melhor curió ou a Paloma, a minha melhor égua MM para alguém que me  tele- transportasse para fora daquela situação potencialmente constrangedora.

Apesar de eu já ter encarado público de mais de 200 pessoas em eventos corporativos e em universidades, eu não ia conseguir como num passe de mágica enganar tanta gente  que  eu era pelo menos um músico medíocre com ouvido relativo. 

Enquanto divagava com meus botões, o anfitrião do evento me abordou e entregou para mim orgulhoso a programação do sarau. Eu seria o quarto “músico” a me apresentar, logo depois de um violinista, um músico profissional que estava se especializando na Áustria!     

Como o Dr Brown do filme De Volta Para o Futuro não aparecia para me tirar daquela situação, comecei a maquinar o meu plano B que era fingir um mal estar repentino e picar a mula .  Me ocorreu também simular um princípio de infarto, que eu pensei ser justificável diante daquela circunstância. O que estava cristalino pra mim é que não poderia subir no palco e consumar  o maior vexame da minha vida !

Enquanto planejava os detalhes do plano B, meus filhos vieram ao meu ouvido e sorrindo falaram: – Pai, você não vai desistir vai? 

Eu fingindo firmeza, respondi: – Claro que não, o pai vai dar conta, fiquem tranquilos ! 

Naquele tempo, o Lucas e a Fofa eram pré adolescentes e no meu imaginário inocente de pai, achava que eu ainda era o Super Homem deles e desapontá-los estava totalmente fora de cogitação.

Se fosse hoje, com eles já adultos, eu diria numa boa: – Houston, temos um problema e abortaria a missão, colocando o plano B em ação. Garanto que a Fofa, que é quase médica, me daria apoio com dicas de como simular bem  um infarto para ninguém perceber o meu golpe. 

Uma vez já conformado que não haviam saídas diante daquela situação vexatória, como todo preso condenado à pena capital por injeção letal, tive direito ao meu último pedido antes da execução:  –  Garçom ,  traga vinho, muito vinho por favor!

Tive a ilusão de que o álcool me relaxaria e minha performance no palco poderia ser melhorada.  Mas esqueci que eu sou um abstêmio e também que os da minha raça vem com um defeito de fabricação, no qual falta uma enzima no corpo para digerir o álcool .  Com isso a embriaguez ocorre rapidamente  com poucas doses de vinho.

Depois de um ou dois copos de vinho na cabeça, o sarau finalmente começara e eu continuava a beber. Quando o violinista da Áustria subiu no palco, a organização me deu um sinal para que eu me preparasse porque eu seria o próximo a apresentar.

Já bem altinho, fiz um sinal de positivo para eles.  O álcool na minha corrente sanguínea já tinha sido suficiente para me acalmar. Minha ansiedade desaparecera como por milagre e meus lábios estavam levemente amortecidos. Eu estava até achando graça daquela situação e deixei escapar um bocejo, sinal de que uma cama naquele momento não seria má ideia.

Ao chegar no palco, ainda era possível ouvir os ecos da ovação com vivas e bravos da platéia dirigidos ao meu colega violinista da Áustria que fizera uma apresentação soberba. Calmamente, me acomodei  no meu banquinho e  postei o instrumento já  afinado  no meu colo . Antes de iniciar a minha apresentação contudo, me dirigi à platéia com algumas curiosidades de Cartola e  sobre a canção que eu iria performar.   Até este momento aparentemente, estava indo tudo bem .

Mas ao começar a tocar a peça, notei que algo não ia bem. Embora meu cérebro ordenasse para que meus dedos da mão direita dedilhassem as cordas do violão e os da mão esquerda fizessem os acordes correspondentes no braço do instrumento, eles não estavam sincronizados e minha voz estava bisonhamente em descompasso com o andamento da música. Sabe quando o toca discos diminui a rotação do LP, mais ou menos assim …   

Minha estratégia foi naquele momento me concentrar no que eu fazia e não olhar para a reação da platéia. Consegui a muito custo chegar até ao final da  primeira parte da canção. A segunda parte porém, escafedeu-se do meu HD e  fingi  que  Cartola nunca a escrevera . Sem fazer o solo que havia exaustivamente treinado, finalizei a canção abruptamente e em seguida agradeci a todos. 

Depois de receber  aplausos  tímidos politicamente corretos da platéia, coloquei a viola no saco e desci  do palco. Acho que  ainda tive sorte,  pensei,  porque se fosse no Musicato de MPBila, festival  de música anual da engenharia química da UFPR , eu iria sair de lá com uma sonora vaia… 

Deixei o palco com dois sentimentos antagônicos:  

Uma primeira voz me dizia: – Rui, você é um fracasso, se eu fosse você nunca mais pegaria num violão na vida !

Mas outra voz logo em seguida rebatia: – Rui, você é o máximo! Deu hoje aos seus filhos uma lição inesquecível de que é preciso coragem para enfrentar as situações difíceis da vida e que o exemplo arrasta !

Até hoje,  este foi o meu maior vexame em público,  que levarei comigo até meu último suspiro. Por meses, fiquei sem pegar no violão. Mas depois percebi, que ele não tivera culpa nenhuma. Então, voltamos a nos relacionar desde então.  

A única sequela que ficou,  é que quando toca no rádio a canção O Mundo é  Um Moinho , tenho um arrepio incômodo que percorre o meu corpo desde o fio do cabelo até o dedinho do pé direito e os de casa invariavelmente caem na gargalhada. Com direito a crise de risos da Virgínia de mais de um minuto !

Mas os meus bebês,  agora com 25 e 27 anos, vão lembrar para sempre o que o Super Homem fez por eles naquele dia.  Isso para mim já é o suficiente ! 

Rui Sergio Tsukuda – fevereiro/21

https://aposenteidessavida.com/

15 comentários em “Meu ouvido zero absoluto e relativo

  1. hahahahha, grande Rui, que história! Muito legal a crônica, confesso que não tinha esse conhecimento sobre o ouvido relativo e o absoluto, nem o zero absoluto e relativo! hahaha… olha, e eu vou te falar, que coragem! Você está coberto de razão, foi uma baita lição para os filhos e uma baita vitória.. parabéns pela forma divertida de contar e pelos conhecimentos musicais passados.. bora tocar um violão junto, porque também estou entre os mais humildes violonistas… abração, garoto!

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  2. Parabéns Rui. Muita coragem mesmo e esta coragem e exemplos foram ótimos para seus filhos e tb para a Virgínia, com certeza.
    O ouvido “zero absoluto” foi ótimo, rsss
    Muito bom!
    Agora sei a quem a Fofa puxou! Ela é craque no violão!

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    1. Arthur, obrigado pelo elogio meu amigo , ainda mais vindo de um baixista como você que tem no mínimo um ouvido relativo ! Se inscreva no blog e compartilhe aos seus amigos. grande abraço Rui

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  3. Rui, parabéns, tô adorando ler suas crônicas! Lembra da carta em 7 folhas de sulfite que você escreveu para meu pai? Fiquei de posse para lembrar sempre do carinho que você tinha pela minha mãe, tão querida, e do meu pai, que adorava suas histórias!
    Sua memória de elefante sempre me impressiona. Abraços Rui, sucesso!!!

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    1. Oi Neide, obrigado prima, você sempre com muito carinho me estimulou a escrever . Poderia me fazer um favor : Tire fotos das páginas da carta que escrevi para o tio Otoiti que quero ler para lembrar e guardar , pois quando a mandei pelo correio , não fiquei com uma cópia . obrigado bjus

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  4. Rui, que facilidade você tem, ao escrever! Consigo imaginar completamente a situação, parecendo estar presente no episódio. Te confesso que tenho preguiça de ler… Prefiro assistir, jogar, tocar, mas estou me divertindo muito com suas crônicas! Obrigado! Ainda vamos tocar juntos, hein?

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    1. Oi André , se você que não gosta de ler está motivado para ler as minhas crônicas, isso é como uma boa música nos meus ouvidos … ! Fico feliz ! Vamos tocar juntos sim , mas sabe né … meu ouvido é bem fraco ! heheh , E compartilhe o blog com seus contatos . abraço

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