A paz agora me basta

Engraçado, à medida que envelheço, a minha expectativa em relação à vida e ao mundo que me cerca muda, sem falar da óbvia perda de viço do meu corpo meia vida, que como um carro que já passou dos 150 mil quilômetros rodados, clama por amortecedores novos e uma boa revisão mecânica. Tenho refletido que oContinuar lendo “A paz agora me basta”

Os meus amigos estão desaparecendo

Para mim, chegar à maturidade é acordar frequentemente com dores no corpo, levar sempre a tiracolo para onde for uma bolsinha de remédios, olhar para trás e perceber no meio dos 45 minutos do segundo tempo, que algumas boas escolhas foram feitas na vida e outras nem tanto assim e finalmente notar que ainda se tem umContinuar lendo “Os meus amigos estão desaparecendo”

Divagando um pouco com vocês

Do Léxico.pt, divagar é:1. Caminhar ou passear sem destino, rumo ou orientação; deambular ou vagar;2. Desviar-se do tema central; afastar-se do assunto que está a ser discutido ou debatido;3. Ato de sonhar, idear ou fantasiar.(Etm. do latim: divagāri) Aos 12 anos, eu já tinha o hábito de divagar. Eu me lembro de ficar deitado noContinuar lendo “Divagando um pouco com vocês”

Amizade de infância

Esta semana li uma crônica da escritora gaúcha Josaine Airoldi, que me tocou para a questão de amigos de infância que se reencontram na vida adulta. Amigos de infância por um tempo inseparáveis, muitas vezes se perdem um do outro ao longo da vida por mudança de endereço, interesses, afinidades, ou ainda se dispersam naContinuar lendo “Amizade de infância”