Mensagem de final de ano do Rui

Neste mês de dezembro ao fazer 60 + 1, percebi que a fase de exibir orgulhosamente a minha credencial de estacionamento de idoso já passou e embarcar como prioridade em avião perdeu a graça. Virou carne de vaca como dizia meu pai, seu Mário. Aqui no meu bairro em BH, tem tanto idoso, que finjo terContinuar lendo “Mensagem de final de ano do Rui”

O que “ter tudo na vida” significa pra você

Me deparei hoje com essa enquete acima, num desses reels randomizados, que buscam bisbilhotar a vida da gente. Deixando de lado o interesse nada genuíno, puramente comercial do entrevistador digital de IA, a pergunta me intrigou… Se essa pergunta fosse dirigida a minha versão de 1976, a resposta seria uma Garelli vermelha, igual ao queContinuar lendo “O que “ter tudo na vida” significa pra você”

A Senhora Morte

Sempre achei a morte um acontecimento no mínimo injusto. Desde o nascimento, lutamos contra muita coisa para finalmente vingarmos. Uns pelo acaso, azar ou castigo, sofrem mais que outros, mas cada um leva uma cruz nas costas durante esta viagem. Não existe vida sem sofrimento, e ele é indispensável porque nos faz pessoas melhores. ParaContinuar lendo “A Senhora Morte”

E Lalado não conheceu o mar…

Aqui nas Minas Gerais, Antônio é chamado de Tonho ou Toninho, Joaquim é Quinzinho e Geraldo é Lalado. Se for Geralda fica Lalada. Pois bem, Lalado ou Geraldo Cândido Resende, foi por 12 anos meu amigo e parceiro do Sítio Duas Alegrias, na localidade Cerrado em Desterro de Entre Rios. Por ser meu vizinho, aContinuar lendo “E Lalado não conheceu o mar…”

Qual a sua narrativa, o seu propósito?

No livro: Os melhores últimos dias da minha vida, do qual fiz menção na minha mensagem de final deste ano, o jornalista Gilberto Dimenstein, escreveu: ” A coisa mais importante para um ser humano é a sua narrativa, o seu propósito. Sem narrativa, somos como um ator no palco sem saber o roteiro. Se perdemosContinuar lendo “Qual a sua narrativa, o seu propósito?”

O meu epitáfio

Ontem, 03 de fevereiro de 2021 , perdi mais dois amigos pelo Covid 19. O Gilberto boiadeiro que trabalhou comigo na CBA e a dona Berenice, que foi uma quituteira de mão cheia em Catalão. Além deles, essa doença já levou embora alguns outros amigos e familiares desde o ano passado. Como a Márcia, minhaContinuar lendo “O meu epitáfio”

O Tempo, as Jabuticabas e o Tornado

  Num dia desses, assisti a um documentário do Netflix muito legal que se chama “ Quanto tempo que o tempo tem ” de Adriana Dutra. De tão bacana e tão conectado ao meu momento que saí da toca . Voltei a escrever depois de um hiato de 2 anos ! Mas o que é o tempo? NaContinuar lendo “O Tempo, as Jabuticabas e o Tornado”